O governo de Mato Grosso do Sul autorizou a reconstrução da ponte sobre o Rio Taquari, em Corumbá. A decisão foi oficializada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) em edição extra do Diário Oficial do Estado na sexta-feira (2). O investimento total é de R$ 7.365.761,09.
A ordem de serviço foi emitada menos de dois meses após o acidente que resultou na morte de um caminhoneiro. A estrutura, conhecida como ponte João Wenceslau Leite de Barros, desabou no dia 13 de agosto. O motorista não sobreviveu à queda no exato momento em que atravessava a pista.
Com o rompimento, parte da plataforma ficou presa à margem, enquanto o outro trecho cedeu de forma inclinada e permaneceu parcialmente submerso nas águas do rio. A travessia fica na rodovia MS-168 e conecta as rodovias estaduais MS-214 e MS-423.
Detalhes do contrato
A execução das obras ficou a cargo da empresa Ecopontes – Sistemas Estruturais Sustentáveis Ltda. A seleção ocorreu via dispensa de licitação. O contrato abrange desde a elaboração do projeto executivo de engenharia até a entrega da travessia finalizada. A extensão prevista da nova estrutura é de 36 metros sobre o leito do rio.
O cronograma estabelece um prazo de 180 dias, aproximadamente seis meses, para a conclusão dos trabalhos. A antiga ponte havia sido construída pelo Executivo estadual entre 2008 e setembro de 2009. Ela funcionava como corredor estratégico para o escoamento agropecuário e o deslocamento de moradores da zona rural de Corumbá.
Em outra publicação, a Agesul também designou a equipe técnica responsável pela fiscalização dos reparos na ponte de madeira sobre o Rio Aquidauana. A via tem 67,5 metros de extensão e está localizada na estrada municipal de acesso ao Recanto Nuara, na divisa entre Terenos e Dois Irmãos do Buriti.
Os reparos no Rio Aquidauana são responsabilidade da Construtora Buriti Ltda. Os trabalhos decorrem do cumprimento de determinações judiciais de uma ação civil pública. A fiscalização será conduzida por Adriano Kawahata Barreto, gestor de contrato, e pelos fiscais Jorge Lobo Maldonado Junior e Raimundo Ferreira da Silva.








