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Motorista de 33 anos é conduzido à delegacia em Paranaíba por direção perigosa e suspeita de embriaguez

Uma advogada compareceu à delegacia para acompanhar o conduzido durante os procedimentos - Foto/arquivo

Um homem de 33 anos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Paranaíba na madrugada de sábado, 12, depois de ser abordado pela Polícia Militar sob suspeita de direção perigosa, desobediência, desacato, embriaguez ao volante e ameaças contra os agentes.

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe realizava patrulhamento preventivo pela região central da cidade quando avistou um Chevrolet Onix circulando em velocidade claramente incompatível com as condições da via, o que motivou a decisão de iniciar a abordagem.

No cruzamento da Rua Autogamis Rodrigues da Silva com a Rua Treze de Maio, o motorista ignorou a sinalização de parada obrigatória, atravessou a interseção em alta velocidade e quase colidiu com a viatura policial que o seguia, colocando em risco a integridade dos próprios agentes.

Abordagem e resistência

Os policiais acionaram sinais sonoros e luminosos; o condutor, após percorrer alguns metros, parou e foi abordado. No momento da fiscalização, os agentes perceberam forte odor etílico, fala desconexa e nervosismo acentuado. O homem ainda proferiu xingamentos, ofensas e ameaças, adotando postura agressiva que exigiu o uso de força física moderada para contê‑lo.

Foi solicitado ao motorista que realizasse o teste do etilômetro, mas ele recusou‑se expressamente. Como não havia outro condutor habilitado para assumir o veículo, a polícia conduziu o Chevrolet Onix até a residência do abordado, onde o automóvel foi estacionado antes de levar o condutor à delegacia.

Sem o uso de algemas, o homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde continuou a proferir ameaças e ofensas contra os policiais. Uma advogada compareceu para acompanhar o conduzido durante os procedimentos. O boletim registrou os enquadramentos de direção perigosa, desobediência, desacato, condução de veículo sob influência de álcool ou outra substância psicoativa e ameaça.

O registro ainda indica que, apesar da recusa ao teste do etilômetro, a equipe policial considerou suficientes as evidências de embriaguez para manter a condução do suspeito. O veículo permaneceu sob custódia da polícia até que fosse devolvido ao proprietário, enquanto o condutor aguarda os procedimentos legais na unidade policial.

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