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Vereadores de Três Lagoas cobram fiscalização contra escapamentos irregulares

Três Lagoas enfrenta um problema crescente de poluição sonora. Treze vereadores protocolaram uma indicação na Câmara Municipal em 9 de setembro. O documento é dirigido ao prefeito Cassiano Maia e ao diretor municipal de Trânsito, José Aparecido de Moraes. O objetivo é exigir o reforço da fiscalização contra veículos com escapamentos adulterados.

A solicitação surgiu após reclamações constantes de moradores. O excesso de barulho provocado por motos e outros veículos nas ruas tem afetado a rotina da população. Os parlamentares pedem o aumento das operações de trânsito para identificar esses casos. A prioridade é coibir o uso de sistemas inadequados, como os chamados “cano direto”.

Medidas propostas

Os vereadores também solicitam a aquisição de equipamentos específicos. Esses instrumentos devem ser capazes de medir o nível de ruído emitido pelos veículos. A medida busca dar base técnica às autuações e à fiscalização. Além disso, a proposta prevê a realização de campanhas educativas. O foco é orientar motoristas e motociclistas sobre as punições previstas em lei. As ações devem esclarecer os prejuízos causados pelo excesso de barulho.

Na justificativa do documento, os parlamentares destacam o impacto na qualidade de vida. O barulho excessivo afeta o sossego dos cidadãos. O texto chama atenção para grupos mais sensíveis a ruídos intensos e repentinos. Crianças, idosos, pessoas com autismo e pacientes em recuperação são citados. Animais domésticos também sofrem com a poluição sonora. Os vereadores argumentam que veículos irregulares violam regras de trânsito e ambientais.

A indicação busca uma atuação mais efetiva do poder público. O objetivo final é reduzir a poluição sonora na cidade. O documento é assinado por Marco Silva, Fernando Jurado, Evalda Reis, Maria Diogo, Adriano Cezar Rodrigues, Marcus Bazé, Mário Grespan, Sirlene dos Santos, Robson Fegruglia, Ademir Santos, Antonio Luiz Teixeira Empke Júnior, Daniel Francisco de Brito e Davis Martinelli. Agora, a responsabilidade recai sobre o Executivo municipal para definir os próximos passos da fiscalização.

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