A votação no segundo turno das eleições atrasou na manhã deste domingo (25) na Escola Estadual Antônio José Paniago, localizada no Jardim Itamaracá, em Campo Grande. O problema ocorreu porque a presidente de uma seção eleitoral não compareceu ao local e não levou a urna até a unidade de ensino.
Segundo as informações sobre a ocorrência, a mulher foi procurada em sua residência e encontrada em estado de embriaguez. Os trabalhos de votação deveriam ter início às 7h, mas a ausência da responsável provocou o atraso no início do pleito naquela escola.
Para resolver a situação e garantir o direito de voto, a urna foi substituída. A votação acabou normalizada na unidade, que conta com um total de 4.387 eleitores cadastrados. A substituição permitiu que o processo seguisse o fluxo regular previsto pela legislação eleitoral.
Contexto do pleito
Em Campo Grande, 640.427 eleitores estão aptos a votar neste segundo turno. O número representa a maioria dos habitantes aptos a exercer o direito de sufrágio na capital sul-mato-grossense. A logística de votação foi ajustada para lidar com imprevistos pontuais como o ocorrido na escola do Jardim Itamaracá.
No âmbito estadual, o total de eleitores em Mato Grosso do Sul chega a 2.024.884. As seções eleitorais funcionam das 7h às 16h em todo o estado. Neste segundo turno, os eleitores sul-mato-grossenses votam apenas para presidente da República, já que a disputa pelo Governo do Estado foi definida no primeiro turno.
Regras para bebidas
A venda e o consumo de bebidas alcoólicas estão permitidos em Mato Grosso do Sul neste domingo (25). O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) manteve o entendimento adotado no primeiro turno, sem impor restrições à comercialização de álcool.
Com essa decisão, bares, restaurantes, lojas de conveniência e outros estabelecimentos podem vender bebidas alcoólicas normalmente em todos os municípios do Estado. O tribunal esclareceu que não existe legislação nacional que determine a proibição da venda ou do consumo de álcool no dia da votação.
A adoção da chamada Lei Seca eleitoral fica a critério de cada unidade da Federação. Em Mato Grosso do Sul, a restrição não foi adotada neste segundo turno, o que explica a liberdade de comercialização observada em todo o território estadual durante o dia de eleição.








